Padre Eustáquio,

    

Por que pracinha da Nino?

Todo bairro tem histórias que aguçam a curiosidade em moradores novos e antigos. No Padre Eustáquio não é diferente: muita gente se refere à Geraldo Torres como pracinha da Nino. Mas nem todos sabem da coleção de causos que levaram o cartão-postal do bairro ser mais conhecido pelo nome da tradicional pizzaria.

Praça é mais conhecida pelo nome da pizzaria. Foto: Paulo Henrique Lobato

Um desses causos se repetiu diversas vezes, na década de 1980, com um grupo de amigos. Os rapazes saíam das casas das namoradas quando a Nino já havia fechado as portas. Mas os jovens, clientes fieis, eram parceiros dos garçons e entravam por uma porta lateral para “pegar barranco” nas intactas fatias de pizzas que sobravam nas mesas.

Vale lembrar que naquela época era raro o hábito de o cliente pedir para embalar a sobra da mesa. Com as fatias em mãos, os jovens compravam cervejas e iam prosear na Geraldo Torres. Aliás, para eles, pracinha da Nino. E o nome foi pegando à medida que o grupo ia marcando encontro. Um dizia para o outro: “Bora na pracinha da Nino?”.

Outra história é contada por Marcelo Malta, sócio da pizzaria, e se refere à época em que a praça era rodeada praticamente por casas. “Só havia dois comércios: a Nino e a padaria. Muitas vezes, a pessoa não sabia os nomes das ruas e dava como referência o da Nino”. E o nome foi pegando mais ainda…

Imagine se você marcar com um amigo um encontro na Geraldo Torres. Pode acontecer de ele te ligar e dizer: “Não encontrei esta praça, mas estou na pracinha da Nino. É longe da Geraldo Torres?”.

Se isso acontecer, aproveite que está no local e convide seu camarada para comer uma pizza grande, que está em promoção (R$ 44,90). Ou a gigante (R$ 54,90).

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